Creio que a vida
é feita do agora
Como agora
(Pedro Cordier)
O estilo de poesia japonesa Haiku é caracterizado por ter três versos que, sem rima, são concisos e trazem percepções sensoriais sobre a natureza.
Um monge budista foi quem ajudou a transformar os haikus em poemas contemplativos refinados com forma e temática fixas em 3 versos e 17 sílabas.
quinta-feira, 22 de janeiro de 2009
[HAIKU] Mais percepções...
quarta-feira, 14 de janeiro de 2009
[HAIKU] Percepções...
nasce a teoria
Do viver nasce a poesia
(Pedro Cordier)
O estilo de poesia japonesa Haiku é caracterizado por ter três versos que, sem rima, são concisos e trazem percepções sensoriais sobre a natureza.
Um monge budista foi quem ajudou a transformar os haikus em poemas contemplativos refinados com forma e temática fixas em 3 versos e 17 sílabas.
sexta-feira, 9 de janeiro de 2009
[HAIKU] Conexão...
quarta-feira, 31 de dezembro de 2008
[HAIKU] Colapsos de realidade...

O tempo vai
A caneta desliza
A idéia se consolida
(Pedro Cordier)
O estilo de poesia japonesa Haiku é caracterizado por ter três versos que, sem rima, são concisos e trazem percepções sensoriais sobre a natureza.
Um monge budista foi quem ajudou a transformar os haikus em poemas contemplativos refinados com forma e temática fixas em três versos e dezessete sílabas.
terça-feira, 16 de dezembro de 2008
[HAIKU] Motivos...

Nada penso na madrugada
o vento sopra
a mente cala
(Pedro Cordier)
O estilo de poesia japonesa Haiku é caracterizado por ter três versos que, sem rima, são concisos e trazem percepções sensoriais sobre a natureza.
O HAIKU E O HAIKAI
É preciso estabelecer que, se todo haiku
(poema japonês de três versos e dezessete sílabas),
é haikai, nem todo haikai (poema livre, em japonês) é haiku.
Este, portanto, é um tipo muito específico de haikai. O dado não é ocioso, excesso de cuidado classificatório ou dispensável.
Historicamente, no Japão, o tanka ( ou waka), composições altamente formais restritas a eruditos da Corte, ganhou versão popular com os haikai (poemas livres) e, posteriormente, um monge budista os transformou em poemas contemplativos refinados, os haikus, estes, sim, forma e temática fixas em três versos e dezessete sílabas, que se tenta imitar no Ocidente com nome de haikai.

